Atitudes que destroem a sua proatividade

Atitudes que destroem a sua proatividade

Eu costumo dizer que só ação gera resultado, o que casa com o significado de proatividade, que é ser sempre uma pessoa ativa, que está buscando ações em sua vida. Falando um pouco de produtividade, existe uma frase que faz todo o sentido, e que tem relação com alguém proativo, que é, “é melhor segurar um burro do que ter que ficar empurrando-o todo dia” isso quer dizer que é muito melhor lidar com pessoas proativas, que sempre tem iniciativa para as coisas o tempo todo, do que aquela pessoa que todo dia você tem que falar o que ela tem que fazer, que tem dificuldade  em tomar a iniciativa para corrigir as coisas.

 

1º Preguiça

A primeira atitude que demonstra que as pessoas não são proativas é a preguiça, física, mental e comportamental. Situações em que as vezes as informações estão na nossa frente e a gente tem preguiça de prestar atenção, de se concentrar, de focar, isso é péssimo quando você está com uma informação na sua mão primeiro se informe, busque a solução você mesmo, para depois decidir pedir auxílio a alguém.

A preguiça te impede de tomar ação, além de uma certa forma ser considerado egoísmo, pois você acaba achando que o seu tempo é mais precioso do que da outra pessoa, a ponto de pedir para ela parar o que está fazendo para te ajudar. Outro tipo de preguiça é a de pesquisar, e isso também é ruim, sobretudo na atualidade com a quantidade de ferramentas que temos a disposição, a maior delas, o Google, tem tudo o que você deseja saber para fazer algo, então não existem mais desculpas. Ter preguiça só enfraquece a sua proatividade, sua musculatura, a sua força de vontade para fazer as coisas, isso acaba limitando muito os indivíduos.

 

2º “Minha parte”

 Muitas pessoas, na realização de tarefas ou algum trabalho em grupo, onde cada um tem seu papel, a sua responsabilidade, pensaram em fazer apenas a sua parte e esquecer todo o resto, dizendo apenas “eu já fiz a minha parte”. Então, não devemos pensar assim, os resultados do grupo dependeram sim quando cada um fizer a sua parte, mas todos tem que pensar em conjunto, pensar como um time, sempre dispostos a melhorar e otimizar as tarefas uns dos outros. Pois em muitas ocasiões podemos nos deparar com alguém que teve dificuldade em fazer a sua parte, ou simplesmente não a fez, comprometendo o resultado como um todo, então cabe aí a sua proatividade, de não pensar apenas na sua parte, mas em todos os envolvidos.

Então se você é uma pessoa proativa em um grupo, a que mais se esforça, a que mais pensa em conjunto, tenha certeza, que apesar do esforço, lá na frente você será recompensado e reconhecido, não tenha preguiça de fazer mais. Quanto mais práticos formos em nossas vidas, mais resultados iremos obter, tire de sua cabeça de que por que pagamos a alguém para fazer algo por nós, como uma empregada doméstica, que isso nos limita a não fazer nada, a não lavar um prato, uma roupa intima ou algo do tipo, você sempre pode fazer algo, sempre pode tomar alguma ação e praticar a iniciativa.

 

3º “Comunicar uma vez basta”

Outra situação bastante comum é quando decidimos nos comunicar com alguém para solicitar algo, uma parte em um trabalho que está pendente, e a pessoa não retorna e você acredita que já fez sua parte em falar uma vez, que não há necessidade falar uma segunda, ou seja, crê que já foi proativo. Essa atitude não traz resultados, por mais que você acredite que fez a sua parte, aquele resultado que você espera daquela pessoa pode ser muito importante para você, para a realização de algo, e na grande maioria das vezes aquela pessoa não te respondeu por ter esquecido, por estar insegura, por não estar organizada, o que não tem nada a ver com ela não te responder por que simplesmente não quis, então é importante ponderar.

Então, essa atitude de achar que falar uma vez é suficiente limita as pessoas, dificulta relacionamentos pois transparece a falta de empatia, e falta de interesse, apesar de achar que a primeira comunicação já foi uma atitude proativa, a não insistência da situação, de ser indiferente ao outro, é o caminho inverso da proatividade.

 

4º “Não posso fazer nada”

Essa é quarta atitude das pessoas que não são produtivas, não proativas, que acham que já fizeram o suficiente por alguém ou por algo. Pessoas assim acham que já fizeram de tudo por algo e que não podem fazer mais nada, e tentam se convencer disso, pois está alinhado com o que a pessoa está disposta a fazer, pois o que realmente poderia ter sido feito não foi realizado, por preguiça ou por falta de vontade. Esses tipos de pessoas também possuem a mentalidade do “ganha ou perde”, na qual se condicionam a fazer algo somente se obtiver resultados positivos, sem muito esforço, quando na realidade não é sempre assim.

Se você é realmente uma pessoa proativa, você se preocupa sempre com o resultado final, e não com o caminho para trilha-lo, ou seja, se você não alcançou o objetivo pretendido ou resultados melhores é por que você não fez o suficiente, ou tudo o que poderia realmente fazer. Então, toda vez que você tenta se convencer que fez o suficiente, tem mais a ver com preguiça, com você estar se limitando e não querer assumir a responsabilidade e obter resultados positivos.

 

5º “Não como resposta”

A última atitude, talvez uma das mais difíceis de se lidar, e que às vezes a gente enterra mesmo não querendo admitir é levar um “não” como uma resposta. Coloque em sua cabeça que a palavra “não” é só uma palavra, não significa que alguém te odeia ou que não valorize você. Com isso, busque a melhor forma de buscar um “sim”, dentro do que é possível. O problema de receber um “não” como resposta é que nos sentimos rejeitados, mas isso pode ser facilmente contornado que pararmos de dar esse sentido a palavra “não”.

Veja o “não” como uma oportunidade de criar algo novo, de sair daquela situação e obter resultados melhores, entenda que aquilo que o que você fez não foi o suficiente, portanto pense no que você pode fazer em busca do “sim” , seja em um relacionamento, em uma dieta ou em uma venda. Então não foque no “não”, não o coloque no sentido de rejeição.

 

 

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